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Eu e ele, ele e eu.





Eu o amo cheio de dedos...
Como se deve amar alguém que não se quer machucar de forma alguma.
Como se deve preservar um verdadeiro amigo.

Ele comenta meus atos mais loucos, eu sei - e ouço.
Ele me olha com a cumplicidade impossível que construímos,
quando eu faço uma traquinagem qualquer ou quando eu gosto de cometer pecados - e vice-versa.

E nós rimos.

Rimos nas noites sem fazer nada, das horas no telefone,
nos abraços mais sinceros, na festa que acabou mal, na angústia que nunca passou.

Devo muito da minha vida e do que sou.
Devo também desculpas por algumas faltas.
Mas sei que ele, como eu, falha também.

Devo tanta coisa a ele, e vou guardando tudo,
junto ao orgulho por ele ser quem é, alguém que só eu sei,
e ainda acima de tudo é meu melhor amigo.

Um dia ainda pago, de alguma forma.
Por enquanto, vou apenas me gastando nele - e o perpetuando em mim.
Ele é único e insubstituivel, embora neste texto ele seja dois.

Eu e ele, ele e eu.

ՏՁ ♥

1 comentários:

Mélker Rúbio disse...

Lindo!!!!

sucesso e felicidade para os dois...