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Beijo pra quem perde tempo aqui!
By Thalles
Dae a bonita da sua prima não tinha nada pra fazer e resolveu se casar. Tá, OK. Então faltando exatamente uma semana pro casório ela entra numa bad e não pára de chorar e a única coisa que você diz pra ela é: "nem inventa fia, que eu já arrumei os panos pra essa presepada que tu inventou". Sou o melhor do mundo em confortar um coração inquieto, só que ao contrário.
By Thalles
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blé,
nada haver,
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By Thalles
A galere ausente me vê como um rapaz esnobe. Ah é? É!
Não, não precisa negar, eu sei que vê. Nem ligo, sei bem a impressão que eu passo pra quem observa de fora e sei melhor ainda o preço que pago por ser quem sou. Mas o que eles chamam de esnobe eu chamo de proteção, proteção contra uns tipos como esse que vou citar agora, que carinhosamente vamos chama-lo de Estrupício (porque eu acho muito legal preservar a identidade alheia. Mesmo que seja com um papel adesivo, pra evitar desgaste).
Estrupício vive se insinuando para mim na rica rede social facebook, só que não Faro, hoje não! É ai que a máscara desse tipo asqueroso de gente cai e só prova que meu julgamento não está errado.
Segue o trecho:
"eu to solteiro, sou gatinho, gente boa.....
vc é um fofo posso dar em cima rsrsrs
se pegar é lucro... se não tento com outro"
[Estrupício]
Pra começar, gente que escreve 'rsrs' não merece ser levada à sério (gente que tem blog também não, enfim). E vou te contar viu, eu devo ter um ima pra gente podre, porque olha... A minha vontade é pegar um troço desse e joga-lo na frente de um ônibus em movimento só pra sacar o barulho que faz quando gente cretina é esmagada. Se eu fizesse isso eu seria preso por agressão física. Mas deixa estar. Como a galere ausente mesmo diz, eu sei jogar um bom desprezo o que é batata para matar uma pessoa sem arrancar sua vida e ser preso por isso. Não há veneno pior no mundo capaz de matar alguém como o desprezo.
*pausa para risada maligna: MUAHAHAHA*
Então Estrupícios da vida, lá vai uma rodada de desprezo pra vocês, ordinários.
By Thalles
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aconteceu,
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Hoje mamãe e eu ficamos presos numa câmara fria duma floricultura porque a bonita queria porque queria uma maldita orquídea azul. Na boa, morrer de hipotermia numa câmara cheia de flores ao lado da minha mãe não é o fim que imaginei para mim, e todo mundo sabe como eu fico quando as coisas não saem como eu planejei.
Sem falar na puta dor de cabeça que estou por sair do gelado e botar a fuça no calor infernal que está nessa terra suja chamada Uberlândia. Só faltava eu ficar com a boca torta por causa disso, ai sim eu ia fazer igual o seu Madruga e pular em cima dessa buceta de pétala azul na frente da minha mãe pra ela ver que eu sou uma pessoa descontrolada.
Isso tudo por causa disso:
By Thalles
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By Thalles
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põe na tela,
praguejos,
vou te contar
TARRA eu numa das estacas de tortura da academia me fudendo pra levantar míseros 200 fuck quilos com as pernas, quando me surge um maromba ensebado de canelas finas que me vem pagar de fodão colocando seus 450 fuck quilos naquela porra. tá beleza, até que o maromba sem pescoço tira um cu de um celular do bolso e com aquela cara de quem tem um pinto que não sobe a muito tempo, ele pede pra eu filmar aquela PALLIAÇADA de treino dos membros inferiores. pois enquanto ele se vangloriava de suas pernas fortes eu o imaginava sentindo uma puta câimbra no ato e se lascando todo, e então eu sorri :)
By Thalles
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aconteceu,
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enquanto isso no rico messenger que tem o dom de tirar minha simpatia:
"pessoa diz:
tava tc com vc mais cedo e vc não me respondia. pq?
quem é Thaee? diz:
pq eu não quis! "
as vezes me falta 'tato' para lidar cas pessoas sabe...
"pessoa diz:
tava tc com vc mais cedo e vc não me respondia. pq?
quem é Thaee? diz:
pq eu não quis! "
as vezes me falta 'tato' para lidar cas pessoas sabe...
By Thalles
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citações,
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"E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias."
Arnaldo Jabor
Sr. Arnaldo Jabor, estou preferindo namorar uma ‘comigo ninguém pode'.
Atenciosamente, Thaee.
By Thalles
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abstraia,
citações,
coisas do coração,
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Há conversas que nunca terminam e dúvidas que jamais desaparecem. Sobre a melhor maneira de iniciar uma relação, por exemplo. Muita gente acredita que aquilo que se ganha com facilidade se perde do mesmo jeito. Acham que as relações que exigem esforço têm mais valor. Mulheres difíceis de conquistar, homens difíceis de manter, namoros que dão trabalho - esses tendem a ser mais importantes e duradouros. Mas será verdade?
Eu suspeito que não.
Acho que somos ensinados a subestimar quem gosta de nós. Se a garota na mesa ao lado sorri em nossa direção, começamos a reparar nos seus defeitos. Se a pessoa fosse realmente bacana não me daria bola assim de graça. Se ela não resiste aos meus escassos encantos é uma mulher fácil – e mulheres fáceis não valem nada, certo? O nome disso, damas e cavalheiros, é baixa auto-estima: não entro em clube que me queira como sócio. É engraçado, mas dói.
Também somos educados para o sacrifício. Aquilo que ganhamos sem suor não tem valor. Somos uma sociedade de lutadores, não somos? Temos de nos esforçar para obter recompensas. As coisas que realmente valem a pena são obtidas à duras penas. E por aí vai. De tanto ouvir essa conversa - na escola, no esporte, no escritório - levamos seus pressupostos para a vida afetiva. Acabamos acreditando que também no terreno do afeto deveríamos ser capazes de lutar, sofrer e triunfar. Precisamos de conquistas épicas para contar no jantar de domingo. Se for fácil demais, não vale. Amor assim não tem graça, diz um amigo meu. Será mesmo?
Minha experiência sugere o contrário.
Desde a adolescência, e no transcorrer da vida adulta, todas as mulheres importantes me caíram do céu. A moça que vomitou no meu pé na festa do centro acadêmico e me levou para dormir na sala da casa dela. Casamos. A garota de olhos tristes que eu conheci na porta do cinema e meia hora depois tomava o meu sorvete. Quase casamos? A mulher cujo nome eu perguntei na lanchonete do trabalho e 24 horas depois me chamou para uma festa. A menina do interior que resolveu dançar comigo num impulso. Nenhuma delas foi seduzida, conquistada ou convencida a gostar de mim. Elas tomaram a iniciativa – ou retribuíram sem hesitar a atenção que eu dei a elas.
Toda vez que eu insisti com quem não estava interessada deu errado. Toda vez que tentei escalar o muro da indiferença foi inútil. Ou descobri que do outro lado não havia nada. Na minha experiência, amor é um território em que coragem e a iniciativa são premiadas, mas empenho, persistência e determinação nunca trouxeram resultado.
Relato essa experiência para discutir uma questão que me parece da maior gravidade: o quanto deveríamos insistir em obter a atenção de uma pessoa que não parece retribuir os nossos sentimos?
Quem está emocionalmente disponível lida com esse tipo de dilema o tempo todo. Você conhece a figura, acha bacana, liga uns dias depois e ela não atende e nem liga de volta. O que fazer? Você sai com a pessoa, acha ela o máximo, tenta um segundo encontro e ela reluta em marcar a data. Como proceder a partir daí? Você começou uma relação, está se apaixonando, mas a outra parte, um belo dia, deixa de retornar seus telefonemas. O que se faz? Você está apaixonado ou apaixonada, levou um pé na bunda e mal consegue respirar. É o caso de tentar reconquistar ou seria melhor proteger-se e ajudar o sentimento a morrer?
Todas essas situações conduzem à mesma escolha: insistir ou desistir?
Quem acha que o amor é um campo de batalha geralmente opta pela insistência. Quem acha que ele é uma ocorrência espontânea tende a escolher a desistência (embora isso pareça feio). Na prática, como não temos 100% de certeza sobre as coisas, e como não nos controlamos 100%, oscilamos entre uma e outra posição, ao sabor das circunstâncias e do tamanho do envolvimento. Mas a maioria de nós, mesmo de forma inconsciente, traça um limite para o quanto se empenhar (ou rastejar) num caso desses. Quem não tem limites sofre além da conta – e frequentemente faz papel de bobo, com resultados pífios.
Uma das minhas teorias favoritas é que mesmo que a pessoa ceda a um assédio longo e custoso a relação estará envenenada. Pela simples razão de que ninguém é esnobado por muito tempo ou de forma muito ostensiva sem desenvolver ressentimentos. E ressentimentos não se dissipam. Eles ficam e cobram um preço. Cedo ou tarde a conta chega. E o tipo de personalidade que insiste demais numa conquista pode estar movida por motivos errados: o interesse é pela pessoa ou pela dificuldade? É um caso de amor ou de amor próprio?
Ser amado de graça, por outro lado, não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar de nada.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI244764-15230,00.html
Acho que somos ensinados a subestimar quem gosta de nós. Se a garota na mesa ao lado sorri em nossa direção, começamos a reparar nos seus defeitos. Se a pessoa fosse realmente bacana não me daria bola assim de graça. Se ela não resiste aos meus escassos encantos é uma mulher fácil – e mulheres fáceis não valem nada, certo? O nome disso, damas e cavalheiros, é baixa auto-estima: não entro em clube que me queira como sócio. É engraçado, mas dói.
Também somos educados para o sacrifício. Aquilo que ganhamos sem suor não tem valor. Somos uma sociedade de lutadores, não somos? Temos de nos esforçar para obter recompensas. As coisas que realmente valem a pena são obtidas à duras penas. E por aí vai. De tanto ouvir essa conversa - na escola, no esporte, no escritório - levamos seus pressupostos para a vida afetiva. Acabamos acreditando que também no terreno do afeto deveríamos ser capazes de lutar, sofrer e triunfar. Precisamos de conquistas épicas para contar no jantar de domingo. Se for fácil demais, não vale. Amor assim não tem graça, diz um amigo meu. Será mesmo?
Minha experiência sugere o contrário.
Desde a adolescência, e no transcorrer da vida adulta, todas as mulheres importantes me caíram do céu. A moça que vomitou no meu pé na festa do centro acadêmico e me levou para dormir na sala da casa dela. Casamos. A garota de olhos tristes que eu conheci na porta do cinema e meia hora depois tomava o meu sorvete. Quase casamos? A mulher cujo nome eu perguntei na lanchonete do trabalho e 24 horas depois me chamou para uma festa. A menina do interior que resolveu dançar comigo num impulso. Nenhuma delas foi seduzida, conquistada ou convencida a gostar de mim. Elas tomaram a iniciativa – ou retribuíram sem hesitar a atenção que eu dei a elas.
Toda vez que eu insisti com quem não estava interessada deu errado. Toda vez que tentei escalar o muro da indiferença foi inútil. Ou descobri que do outro lado não havia nada. Na minha experiência, amor é um território em que coragem e a iniciativa são premiadas, mas empenho, persistência e determinação nunca trouxeram resultado.
Relato essa experiência para discutir uma questão que me parece da maior gravidade: o quanto deveríamos insistir em obter a atenção de uma pessoa que não parece retribuir os nossos sentimos?
Quem está emocionalmente disponível lida com esse tipo de dilema o tempo todo. Você conhece a figura, acha bacana, liga uns dias depois e ela não atende e nem liga de volta. O que fazer? Você sai com a pessoa, acha ela o máximo, tenta um segundo encontro e ela reluta em marcar a data. Como proceder a partir daí? Você começou uma relação, está se apaixonando, mas a outra parte, um belo dia, deixa de retornar seus telefonemas. O que se faz? Você está apaixonado ou apaixonada, levou um pé na bunda e mal consegue respirar. É o caso de tentar reconquistar ou seria melhor proteger-se e ajudar o sentimento a morrer?
Todas essas situações conduzem à mesma escolha: insistir ou desistir?
Quem acha que o amor é um campo de batalha geralmente opta pela insistência. Quem acha que ele é uma ocorrência espontânea tende a escolher a desistência (embora isso pareça feio). Na prática, como não temos 100% de certeza sobre as coisas, e como não nos controlamos 100%, oscilamos entre uma e outra posição, ao sabor das circunstâncias e do tamanho do envolvimento. Mas a maioria de nós, mesmo de forma inconsciente, traça um limite para o quanto se empenhar (ou rastejar) num caso desses. Quem não tem limites sofre além da conta – e frequentemente faz papel de bobo, com resultados pífios.
Uma das minhas teorias favoritas é que mesmo que a pessoa ceda a um assédio longo e custoso a relação estará envenenada. Pela simples razão de que ninguém é esnobado por muito tempo ou de forma muito ostensiva sem desenvolver ressentimentos. E ressentimentos não se dissipam. Eles ficam e cobram um preço. Cedo ou tarde a conta chega. E o tipo de personalidade que insiste demais numa conquista pode estar movida por motivos errados: o interesse é pela pessoa ou pela dificuldade? É um caso de amor ou de amor próprio?
Ser amado de graça, por outro lado, não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar de nada.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI244764-15230,00.html
By Thalles
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aconteceu,
ah vá,
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enquanto isso, no rico messenger:
- hey, quero vc! ;)
-
*pausa*
- ?
-
*sem sinal de vida no outro lado*
- (( A T E N Ç Ã O ))
- oi lindo, desculpa tava mijando
- vai toma no cu
- pq?
- olha, espero que arda bastante nas suas próximas mijadas
(...)
essa é minha vida, esse sou eu numa tentativa ridícula de ser romantico na buceta do messenger e isso é uma pessoa cretina mijando nos meus sentimentos. APAMERDA!
PS: não mije no romantismo de ninguém. obrigado!
- hey, quero vc! ;)
-
*pausa*
- ?
-
*sem sinal de vida no outro lado*
- (( A T E N Ç Ã O ))
- oi lindo, desculpa tava mijando
- vai toma no cu
- pq?
- olha, espero que arda bastante nas suas próximas mijadas
(...)
essa é minha vida, esse sou eu numa tentativa ridícula de ser romantico na buceta do messenger e isso é uma pessoa cretina mijando nos meus sentimentos. APAMERDA!
PS: não mije no romantismo de ninguém. obrigado!
By Thalles
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aconteceu,
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(...)
- oun tigron, vou lembrar de vc na viagem a paris inteira!
- picha meu nome no arco do triunfo?
- hauhauhauahuahau, tigron, eu nao sou tao brasileiro assim... - eu vou arrancar uma lasca, pode ser?
(...)
Paris tem lugares tão lindos, perfeitos. E ser lembrado em meio a tanta beleza já me envaidece por demais.
Tão bonito isso.
* e na playlist da lembrança: Chanson D'amour - Renato Godá
By Thalles
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abstraia,
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No facebook está rolando uma mensagem com esta foto:
"As pessoas não vão COMPARTILHAR porque eles não querem suas páginas do perfil feias como seus corações. :/ ISSO É AMOR '-' "
pois bem, a pessoa aqui não vai compartilhar não porque o coração dela é feio e sim porque compartilhar isso não vai mudar nada na vida dessa criança. o mundo não será um lugar melhor só porque voce colocou uma imagem de desgraça na internet e escreveu "o que está havendo com o mundo?". suas frases de efeito na internet só te fazem mais um ridículo metido a consciente mas que na realidade está cagando para o que acontece no mundo. ou voce acha mesmo que compartilhar fotos de crianças na miséria vai matar a fome delas? ou que qualquer comentário consciente vai ajudar alguém que teve a vida destruida por causa de algum desastre?
acorda pra vida!
isso são só palavras. palavras não são ações propriamente ditas.
o máximo que você consegue nesta plataforma - a internet - é o caráter informativo. um "encorajamento" para algumas pessoas se envolverem na causa, mas na maioria das vezes é só mais um babaca querendo pegar uma frase impactante para pagar de bonito em redes sociais.
internet não remove escombro, não remove terra, não alimenta, não aquece. não estou dizendo que é totalmente inútil se manifestar por este meio, mas sem ação, sem engajamento, sem envolvimento direto - braçal - com a causa, de nada adianta.
NÃO CONFUNDA HIPOCRISIA COM AMOR.
pronto, desabafei. obrigado!
By Thalles
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aconteceu,
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- thaee briguei com meu namorado.
- corre lá conversar com ele e oferece o sexo da reconciliação.
- naaaao, tô com uma calcinha enorme.
- corre lá conversar com ele e oferece o sexo da reconciliação.
- naaaao, tô com uma calcinha enorme.
PS: todo mundo namorando e eu so ficando! ficando sozinho para sempre!
By Thalles
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aconteceu,
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dae que eu sentei-me para escrever alguns praguejos, um pouco de mimimi, umas lamentações, o de sempre. só que em meio ao processo de mais um post deplorável apareceu minha tia com dois cricetos para mim. gosto dessa palavra "criceto", tipo: 'todo mundo passa a mão no meu criceto'. ambiguidades a parte, criceto nada mais é do que hamster ah é? é. até esqueci o que estava escrevendo e fiquei um tempão olhando aquelas duas criaturinhas correndo na rodinha feito bobo. são duas meninas até que provem o contrário, assim espero, senão daqui uns meses a casa estará cheia de cricetos, porque olha... esse pessoal sabe se divertir.
agora sou pai de novo, tenho duas bocas para alimentar e ainda não rolou nomes, um amigo disse para chama-las de Britney e Gaga, então o seguinte dialogo me veio:
- oi, como chamam seus hamsters?
- Britney e Gaga!
três olhares de julgamento e - Ah tá... você é viado né?
melhor não. dá vontade de ama-las, aperta-las, dar muito carinho e dessa vez não esquece-las no sol como aconteceu com os outros que morreram, nem esquece-las na chuva como os outros, e se esquece-las não vou secar com o secador para não mata-las como os outros, e vou fechar a gaiola direitinho para não fugirem como os outros.
Enfim, até esqueci o que estava lamentando naquele post.
agora sou pai de novo, tenho duas bocas para alimentar e ainda não rolou nomes, um amigo disse para chama-las de Britney e Gaga, então o seguinte dialogo me veio:
- oi, como chamam seus hamsters?
- Britney e Gaga!
melhor não. dá vontade de ama-las, aperta-las, dar muito carinho e dessa vez não esquece-las no sol como aconteceu com os outros que morreram, nem esquece-las na chuva como os outros, e se esquece-las não vou secar com o secador para não mata-las como os outros, e vou fechar a gaiola direitinho para não fugirem como os outros.
Enfim, até esqueci o que estava lamentando naquele post.
By Thalles
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ah vá,
põe na tela,
praguejos
acho graça quando a pessoa que até pouco tempo trocava saliva com você e hoje faz questão de te chamar de amigo a cada frase dita. APAMERDA.
By Thalles
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meu eu,
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quando eu nasci eu era apenas um. quando eu morrer, só eu morrerei. me diz, pra que achar sarna pra se coçar no meio do caminho?!
By Thalles
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Então é isso mesmo que estão dizendo, ela se foi?
Comecei a prestar mais atenção na arte da Amy por causa de uma pessoa que eu gostava muito e queria impressionar e pa. Não foi difícil e nem demorou para eu entender o porque de tanta admiração. A relação acabou, mas Amy ficou comigo ao som de "Love is a losing game" (O amor é um jogo de azar), que me fez todo sentido naquele momento.
Agora vieram me dizer que a pessoa que embalou momentos importantes da minha vida está morta. O modo de vida de Amy sempre foi considerado uma morte anunciada e por mais que eu soubesse que aconteceria, isso não tornou menos perturbador de lidar.
Amy Winehouse pode ter perdido a vida, todos estamos sujeitos a isso, mas pessoas com tamanha presença e talento nunca morrem, pois marcam a vida de quem fica.
Comecei a prestar mais atenção na arte da Amy por causa de uma pessoa que eu gostava muito e queria impressionar e pa. Não foi difícil e nem demorou para eu entender o porque de tanta admiração. A relação acabou, mas Amy ficou comigo ao som de "Love is a losing game" (O amor é um jogo de azar), que me fez todo sentido naquele momento.
Agora vieram me dizer que a pessoa que embalou momentos importantes da minha vida está morta. O modo de vida de Amy sempre foi considerado uma morte anunciada e por mais que eu soubesse que aconteceria, isso não tornou menos perturbador de lidar.
Amy Winehouse pode ter perdido a vida, todos estamos sujeitos a isso, mas pessoas com tamanha presença e talento nunca morrem, pois marcam a vida de quem fica.







