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21 de outubro de 2012... Hoje eu vi algo bonito morrer. Hoje eu vi um sentimento terrível ocupando o lugar.

Todo mundo acha que sofreu mais

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Explico...

Quando você vai contar uma história pra alguém sobre como sofreu com tal coisa, a pessoa sempre vai ter sofrido mais, vai tentar te convencer disso. Ou então vai ficar pensando 'aff, eu sofri muito mais!'
Geralmente quem terminou um relacionamento de dois anos acha que amou/sofreu muito mais do que alguém que teve um relacionamento que durou 6 meses ou 1 ano.
O que as pessoas parecem não entender é que não se mede amor por tempo, nem dor, nem sofrimento, nem alegria. Isso não se mede.
Não é porque pessoa X foi casada e pessoa Y só namorou, que a dor, ou o pesar, de X foi maior do que Y quando tudo teve fim.
Até porque isso não é uma competição. Você não ganha se tiver chorado mais ou menos.

-Eu quebrei o dedo, doeu tanto ;~
-Ah, eu já quebrei O BRAÇO e doeu prá carai!
- ._."

Enfim, tá tudo meio confuso nesse texto mas acho que o seguinte é o seguinte:
Não se mede sentimentos. O seu não é maior que o meu e vice versa.
Não se mede dor, frio, fome...Somos diferentes, ora. Eu morro de frio com 10ºC e tem gente que toma banho em laguinho congelado.
Idade também não diz nada sobre sentimentos, ou quase nada.
O amor que X teve aos 18 pode ter sido pra ele muito mais verdadeiro que o seu, aos 28.
É subjetivo, cara.
Não tente enfiar goela abaixo esse tipo de coisa. Não tente invalidar o sentimento alheio.
Só eu sei do meu, só você sabe do seu.

Deu pra entender?

Tá afim de sambar...

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Vêem como a vida é?
Você de repente tem 35 anos, é um baita profissionale e vai ter seu primeiro filho.
Daí que você tem 25 anos e é enganado.
Daí que você tem 20 e pensa, sinceramente, que o tempo passa mais rápido do que a gente pensa.
Em maio eu pensava que não deveria sorrir tanto naquelas fotos, porque ..ah, foda-se o porque.
Em julho eu pensava que os dias se arrastavam.
Em agosto eu pensava que as pessoas são muito cretinas e merecem a morte.
Em setembro se Deus me ajudar, virá alguem..., caralho.... O Q FOI ESSE SETEMBRO, JEJUS?!
Outubro, tá afim de sambar, já pode chegar que o samba da gente já vai começar.
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volta o cão arrependido. com suas orelhas tão fartas. com seu osso roído e com o rabo entre as patas. volta o cão arrependido. com suas orelhas tão fartas. com seu osso roído e com o rabo entre as patas. volta o cão arrependido. com suas orelhas tão fartas. com seu osso roído e com o rabo entre as patas. volta o cão arrependido. com suas orelhas tão fartas. com seu osso roído e com o rabo entre as patas. volta o cão arrependido. com suas orelhas tão fartas. com seu osso roído e com o rabo entre as patas. volta o cão arrependido. com suas orelhas tão fartas. com seu osso roído e com o rabo entre as patas. volta o cão arrependido. com suas orelhas tão fartas. com seu osso roído e com o rabo entre as patas. volta o cão arrependido. com suas orelhas tão fartas. com seu osso roído e com o rabo entre as patas.
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Talvez eu devesse ter alguma reflexão importantíssima acerca da vida. dos aniversários, da felicidade, da tristeza, das mudanças, mas esse ano, não. Esse ano eu nem percebi que o tempo passava, ao mesmo tempo em que ele passava rápido demais. Gente nova, novas oportunidades, novas formas de encarar coisas velhas e uma certeza só: não tenho mais certeza de nada, nada.

sobre o egoismo humano

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sabe qual é o verdadeiro e mais irritante problema das pessoas? é que todas elas somente querem falar e falar e falar e serem ouvidas, mas não querem retribuir o favor. por isso eu parei de fazer o simpático e quando alguém me pergunta se está tudo bem, eu somente respondo "está" e não "sim, e com você?". porque vai lá dar brecha pra essa gente alugar seus ouvidos, vão adorar. mas a partir do momento que você quer falar da sua vida, ninguém faz a menor questão de ouvir. tô de saco cheio.
não quero saber, não me importo e vá tomar no cu antes que eu me esqueça.

ps: o número de gente que eu ainda me sujeito a ouvir é incrivelmente baixo e só tende a diminuir.

incrível

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"Não compliquem e nem elaborem o sentimento mais incrível e poderoso de todos. Permitam que ele chegue e se instale. Pois, o resto são bobagens meninos, bobagens."

Pequeno perdedor

Pulou, de um para outro, de uma cama para outra, de bar em bar, de corpo em corpo, até que parou. Olhou, gostou, decidiu ficar. Não tinha idéia do tempo, aliás o tempo eles é quem fariam. Tinha uma lábia incrível, um jeitinho para tudo, uma voz convincente. Coisas boas, frios, ligações e muitos pretextos. Deixaram-se levar. Logo mais, veio o tédio. Com o tédio, o silêncio. Com o silêncio, as mentiras para preencher. Com as mentiras, interesses diferentes surgiram. Buscava agora focar-se em outras questões, mas ali estava o seu troféu, raro, ou pelo menos era assim que sempre o chamava. Um troféu que demandava atenção e que jamais pensou ficar na estante, coberto de poeira, à deriva, à espera do que poderia acontecer. Eis que de tanto esperar, sem reação, aconteceu. Quebraram-no. Reconstituir-se é caminho longo, é tarefa árdua, mas para o pequeno perdedor, foi só mais um pulo. Mais um passo. Outro corpo, outro jeito, outro pensamento. Outra mão, outra letra, outra forma de ver. Ainda não tem idéia do tempo, não quer limitar. Deixa estar... enquanto isso, o troféu, de longe, observa, feliz por ter atingido certa evolução. Ele está reagindo. À sua maneira, mas está. 

De perto ninguém é normal

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Shakespeare morreu no dia do seu aniversário. Lord Byron guardava fragmentos de pêlos púbicos de suas amantes em envelopes, que ficaram guardados em sua editora até a década de 80. Balzac experimentou haxixe e ficou extremamente desapontado com o efeito da droga. Charles Dickens tocava tudo três vezes para dar sorte. O título original do clássico de Leon Tolstói, Guerra e Paz, seria uma frase de Shakespeare, Tudo está bem quando acaba bem. Foi de Lewis Carrol a ideia original de imprimir o título do livro na lombada da capa. Mark Twain gostava tanto de gatos que chegou a "alugar" alguns dos seus vizinhos, em seus últimos anos de vida. Oscar Wilde e Ernest Hemingway tinham em comum o fato de se vestir de mulher durante a infância, por ordens de suas mães - que sonhavam em ter filhas meninas. Virginia Woolf escrevia seus livros em pé. Neto de açougueiro e vegetariano convicto, Franz Kafka era considerado por isso um "fracasso total e absoluto" por sua família. Agatha Christie nunca escreveu uma linha sequer de seus livros, todos foram ditados à uma datilógrafa. Famoso por andar sempre na contramão, J. R. R. Tolkien dirigia extremamente mal e sua esposa se recusava a andar de carro com ele. A última frase de James Joyce antes de morrer foi "Será que ninguém entende?".

Fonte: A Vida Secreta dos Grandes Autores.
sabe o que me chama mais atenção, como as coisas mudam. como uma conversa longa vira um "oi, tudo bem", como um abraço vira um tchau sem graça, como um beijo na boca vira um beijo na testa, e como um "eu te amo" vira " se cuida".

ahhhh, que seja...

sem mais.